sábado, dezembro 15, 2007

Copenhagen 2009

Ban Ki-moon - Secretário da ONU

Artigo de João Cruzué

BALI, INDONÉSIA - Depois de um dia cansativo de muitos discursos emocinados, representantes de 200 países presentes na conferência da ONU em Bali tiveram um vitória inesperada. Acuados e acutilados no "fígado" desde a recusa de assinatura do Protocolo de Kyoto, os Estados Unidos ergueram a bandeira branca, quanto o principal assunto do momento: o aquecimento global.

"Os Estados Unidos estão comprometidos com este esforço e nós queremos apenas realmente assegurar que atuaremos juntos",Com isto senhor Secretário, deixe me dizer-lhe que seguiremos adiante e vamos nos afiliar ao consenso", disse Paula Dobryansky, chefe da delegação americana, em meio a aclamações e aplausos.

Em conseqüência do acordo de Bali, um novo pacto, que sucederá o Protocolo de Kyoto, vai ser negociado e assinado em 2009, no encontro anunciado pela ONU em Copenhagen.

Os Estados Unidos mudaram de posição por motivos políticos internos. Os americanos estão decepcionados com a atitude do Presidente Bush e do Partido Republicano, quanto ao desprezo às políticas ambientais. No momento, a maior preocupação da Casa Branca não é com o aquecimento global, nem como Protocolo de Kyoto, mas com a derrota do partido republicano nas eleições majoritárias de 2008. Com tranca em porta arrobada, não falta mais nada para que os Clinton voltem ao poder.


João Cruzué
para o Blog Olhar Cristão.


Um comentário:

davi disse...

China
Quarta, 2 de janeiro de 2008, 16h07 Atualizada às 16h10
China se transforma no maior produtor mundial de bíblias

O êxito da Bíblia em mandarim evidencia mais uma faceta do gigantismo chinês. No país asiático não se comemora o Natal, o final do ano é em fevereiro e boa parte da população, sobretudo a rural, nunca ouviu falar de Jesus ou o associa a uma lenda.
Apenas 1% dos chineses são cristãos. Mas, mesmo assim, uma fábrica chinesa de bíblias, voltada principalmente para o mercado interno, é a maior produtora mundial do livro religioso. As informações são do El Periódico.

Desde que foi inaugurada, em 1986, a companhia Amity Printing já imprimiu 50 milhões de bíblias. Cerca de 80% delas são em mandarim e custam menos de 1 euro. Mas também são editados exemplares em oito línguas de minorias étnicas.

Uma parte das bíblias produzidas é exportada: a maioria vai para a África, para a Ásia e para a Europa Central. Há bíblias em 90 idiomas. As vendas aumentaram de meio milhão de exemplares em 1988 para 6,5 milhões em 2005. O mais recente sucesso é a edição de bolso, destinada ao público jovem.

Redação Terra