segunda-feira, agosto 31, 2009

Jornal Nacional da Globo divulga obras sociais de Igrejas evangélicas


REPRISE: JORNAL NACIONAL

Primeira Reportagem


ASSEMBLEIANOS E PRESBITERIANOS

Resumo e fotoprints de João Cruzué



1) Assembleias de Deus


..................Pastor Nelson dos Santos resumiu em sua entrevista o que nós gostaríamos de dizer: Que os pastores evangélicos são difamados pela atitude preconceituosa da imprensa (TV Globo) como charlatães, exploradores da fé dos crentes, mas não mostram a obra social que a Igreja Evangélica realiza.



.................Na reportagem da Igreja Evangélica Assembléia de Deus o destaque é a música. Adolescentes e jovens ensaiando e executando hinos maravilhosos ao som de violinos, violas, violoncelos, trompas, trombones em orquestras lindas. Relevância e solicialização em todos os estados do Brasil. O Maestro Giberto de Oliveira da Assembléia de Deus e músico da Orquestra Municipal do Rio, é coordenador do Projeto Sinfonia da Fé, que ensina música a crianças jovens e adultos da comunidade.



Nos projetos sociais com música, as Assembléias de Deus dão o tom.



2) Igreja Presbiteriana


..................A reportagem do Jornal Nacional destacou o maravilhoso trabalho de Missões que os Prebiterianos desenvolvem, desde 1928, entre os índios Caiuás em Dourados no Mato Groso do Sul. Um hospital para prevenir e curar as doenças do cotidiano. E escola para a integração da tribo Caiuá com o mundo atual.

.................A missionária inglesa Audrey Taylor e seu esposo, foram os pioneiros em desenvolver e publicar a gramática da língua Caiuá. Houve um resgate da autoestima da tribo e respeito da sociedade brasileira. Depois traduziram a Bíblia para o caiuá. Em missões indígenas no Brasil os Presbiterianos esbanjam sabedoria nas obras sociais.>> Continuação








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Como lidar com a insatisfação dentro de uma Igreja evangélica

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Olhar
O corvo e a águia
João Cruzué

Quem é que ainda não reclamou ou comentou sobre alguma coisa dentro da sua Igreja, principalmente, nos dias atuais em que há muitas novidades e mais liberdade de costumes? A insatisfação é como uma moeda de duas faces. Se você não tomar cuidado, pode entrar por um caminho perigoso e perder a alegria da sua salvação.

É muito comum voltar da Igreja para casa, hoje, com um "cesto" de assuntos não muito cristãos, para dizer o mínimo. Boa parte dos crentes não está indo à casa de Deus para adorar, senão para observar e colher as (más)novidades. Conscientemente ou não.

Quando saímos da posição de adoradores para "observadores" as coisas se complicam. Primeiro isso não agrada a Deus. Seria como uma oferta defeituosa. Acho mesmo que nem oferta seria. Veio à mente uma imagem: mãos vazias. Depois cultuar de mãos vazias, parafraseando a Bíblia, seria como enterrar o único talento. Talento enterrado. Adoração negativa. Sem pensar nisso você estaria ofendendo a Deus indo ao culto sem nada para oferecer; entristecendo o Espírito Santo.

Uma atitude crítica com respeito à vida dos outros. Do pregador, do pastor, da mocidade, das senhoras, das crianças. Do estacionamento, do banco pouco confortável, do secretário, do irmão das conversas paralelas durante o culto. Um arsenal completo não da armadura do cristão, mas do crítico anticristão. Quem se age desta maneira dificilmente vai perceber que se comporta assim.

É por isso que muitos de nós não têm mais prazer de ir ao culto. Não ouve mais a voz de Deus nada dentro da Igreja. Já entristeceu tanto o Espírito Santo, que não recebe mais nada. E não recebe nada por que não veio oferecer nada. Outra imagem de pregações antigas: um vaso de boca para baixo.

Antes de mudar de Igreja, seria muito bom fazer uma pequena anamnésia. Por que eu estou insatisfeito com minha Igreja? Tenho sido um adorador ou um crítico? Minha vida é um sacrifício vivo de adoração a Deus ou só penso em adorar quando vou ao culto? Como estou diante de Deus? Carrego de volta para casa depois do culto tudo o vi de ruim ou ocupo meu tempo comentando como foi bom o culto? Dependendo da resposta, mesmo que mude de Igreja sua insatisfação vai segui-lo/a. E aí?

Eu não creio que seja fácil mudar um comportamento crítico enraizado. Eu me humilharia diante de Deus e evitaria conversar sobre assuntos da Igreja DIUTURNAMENTE com pessoas com o mesmo defeito. Hoje, com tanta liberdade, e tantas Igrejas, e tantos pastores, uma doutrina mais ortodoxa afasta pessoas. Muitas coisas são relevadas e não há, talvez, uma preocupação em ensinar e repisar este assunto. Outra imagem volta a minha mente: a oferta de Abel e a oferta de Caim.

Caim caiu da graça e chegou ao ponto de matar seu irmão por um problema acontecido na adoração. Não sei que tipo de oferta os dois levaram. Mas um deles pensou que eliminando o irmão iria resolver o problema da oferta. E o problema não estava o irmão, mas na forma de cultuar de Caim.

E assim, por causa da insatisfação você pode fazer muitas coisas. Acho que entre todas elas apenas é a melhor. Resolva este problema em oração com o Senhor Jesus. Converse com Ele. Chore na presença Dele. Desabafe suas mágoas e mesquinharias com Ele. Se você fizer assim vai resolver a raiz de muitos males. Se você é cristão e anda insatisfeito com tudo, principalmente com a sua Igreja, tome cuidado. Os santos da sua Igreja são mesmo pessoas com um variado leque de defeitos. A palavra de Deus pode limpá-los, deletá-los. Pedro perguntou: Senhor, até quantas vezes devo perdoar meu irmão - sete vezes? Ao que Jesus respondeu: Não apemas sete vezes, mas 70 x 7 - 490 vezes - por dia!

A falta de perdão é como a louça suja que vai acumulando na pia, dia após dia. Da mesma forma que produz uma insatisfação insuportável chegar em casa e verificar que tem louça por lavar há mais uma semana, um coração que tenha o mau hábito de guardar e comentar tudo o que de ruim se passa na Casa de Deus vai acabar mesmo muito insatisfeito, vazio do Espírito. Um vaso sujo, que precisa ser limpo pelo melhor bombril que existe: o perdão do Senhor Jesus Cristo.

Não dê "mole" para a insatisfação. As vítimas podem ser você e sua família.



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