sábado, outubro 10, 2009

Atualização matéria PL 122/2006 no Senado Federal

.
Fale aqui com o Senador do seu Estado

Marina Silva, Magno Malta e Marcelo Crivella.
Senadores evangélicos



PLC 122 - Ações documentadas até 14. 10. 2009

Relatório 14.10.2009




Link da fonte - Senado Federal: Projetos e Materias Legislativas


COMENTÁRIO:

do Autor do Blog: Para que fique bem claro, este blog trabalha com informações. Como evangélico tenho pontos de vista diferentes da comunidade GLTBS. Vemos as coisas de formas diferentes no campo das ideias. Se eu dissesse que nutro qualquer sentimento de ódio contra homosexuais NÃO estaria sendo verdadeiro. O mesmo amor e respeito que tenho por mim, tenho por todos os seres humanos. Não aprendi odiar o desprezar as pessoas na Igreja onde congrego desde 1977.

Meu engajamento nesta questão se baseia no seguinte temor: Se a Lei maior deste país for alterada para penalizar cristãos por que criticam opções sexuais alheias - eu sou contra. Por que? Por há várias opções sexuais além de heteros e homosexuais. E críticas contra condutas é liberdade de expressão. Direito constitucional garantido, que não quero que mude. Assim como católicos, ateus e evangélicos sofrem críticas todo dia através da imprensa ou opiniões de quem quer que seja, a crítica à conduta homossexual não pode virar tabu. É isso que defendo.

Defendo o direito de ensinar dentro da minha casa que a conduta homossexual não é adequada para minha família nem para os fiéias da Igreja que pertenço. Que não quero ver pais, mães, padres e pastores presos porque ensinam ou criticam a conduta homossexual, com base em uma lei, que se passar, vai dar oportunidade para interpretações muito subjetivas.

Isto já acontece em alguns países da Europa. As Igrejas estão sendo obrigadas a aceitar liturgias impostas com base em lei. Ou seja, naqueles países, alguns líderes de Igrejas já racionalizaram o profano e piraram, e cuspiram na Palavra de Deus. Por exemplo - na Suécia, berço das Assembleias de Deus. (João Cruzué)

Aviso importante: Se você for enviar email para o Senado Federal, envie um para cada senador, separadamente. Se você enviar seu email colocando o endereço de todos os Senadores, além de ser falta de educação, ele vai ser bloqueado pelo filtro de "spam" e não ser recebido por ninguem.


.

Uma escada para Jacó


Jacob's Ladder
João Cruzué

O testemunho de vida de Jacó é mesmo fascinante. Em nosso tempo ele é (indiretamente) mais conhecido como um malandro trapaceiro. Corrente de pensamento da qual não faço parte. Jacó é um personagem bíblico firme, obediente, que falhou e teve uma grande queda. Depois se levantou, tomou juízo e cresceu na comunhão com Deus. Um grande exemplo para adolescentes, jovens e cristãos adultos de nossos dias.

Quando a tentação vem, nosso adversário não escolhe qualquer área de nossa vida para seu ataque. Com a experiência de milhares de anos em derrubar homens e mulheres, ele arma o seu laço fulminante não exatamente sobre às fraquezas do caráter de cada um, mas onde está nossa maior força.

Jacó casou-se velho. Por volta dos 76 anos. Podemos dizer, com isso, que a maior virtude de seu caráter era a paciência. Eis os fatos. Quando foi levado à presença de Faraó tinha 130 anos. Seu filho José estava com quase 39 anos de idade reencontrou o pai. Isto significa que Jacó tinha cerca de 91 anos quando José nascera. E, considerando que José nascera ao final dos 14 anos de serviço gratuitos prestados ao sogro Labão, podemos afirmar que Jacó se manteve puro até 76 anos, aguardando a direção de Deus. Isto significa que a paciência era a maior virtude de Jacó. Esaú, o irmão gêmeo, era bem diferente. Aos 40 anos já estava amasiado com duas mulheres heteias.

Jacó continuava solteiro, pacientemente, esperando no Senhor. E eis que em apenas um dia ele quase pôs tudo a perder. Aconselhado pela mãe, usurpou a bênção da primogenitura de Esaú. Mentiu por três vezes e enganou o velho Isaque. Isso era plano de Deus? Não! Seria muita tolice imaginar que, no ato da bênção de primogenitura, a vontade de Deus precisasse de um empurrãozinho. Certamente, quando Isaque fosse pronunciar a bênção, o Espírito de Deus não iria se enganar, uma vez que Esaú estava caído da graça.

Jacó perdeu a paciência, mentiu e enganou. Com isso permitiu que uma porta se abrisse ao inimigo. Se não tivesse recuperado sua comunhão com Deus, Jacó não ira suportar a opressão do inimigo pelos próximos vinte anos, até o reencontro com Esaú. O que estava em jogo não era apenas a família de Jacó, mas os 12 pilares da nação de Israel. O diabo deveria saber disso.

Outros personagens Bíblicos também caíram quando tentados no ponto de suas maiores forças. Onde Abraão caiu? Ele foi tentado em sua fé. Quando Deus lhe prometeu um herdeiro, não acreditou. Deu mais ouvidos à voz de Sara do que a JEOVÁ. Ismael foi o fruto da sua incredulidade.

Moisés foi criado em toda ciência do Egito, jovem poderoso em palavras e obras. Admite-se que Moisés era entendido na arte da guerra. Se a estratégia de guerra era o seu forte, foi nela que foi derrubado. Pensou em conquistar a libertação de seus irmãos hebreus pela força das armas, mas sua estratégia falhou. Deus tinha outros planos. A libertação não seria pela força das armas, mas por prodígios, quebras de sofismas, e pragas devastadoras e milagres.

O apóstolo Pedro tinha a coragem como seu ponto mais forte. Confiava tanto em si mesmo a ponto de afirmar que estava pronto para seguir Jesus à prisão e até à morte. Jurou que nunca o negaria. Pedro não resistiu nem mesmo à pergunta de uma simples criada.

A força de Saulo de
Tarso estava na teologia. Passou anos e anos estudando com os melhores mestres. Entre eles, Gamaliel, o mais sábio dos rabinos de sua época. Paulo falhou. O teólogo instruído em todo o conhecimento para ensinar a Lei e discernir a voz de Deus, falhou. Havia lógica na sua teologia, mas estava distanciada dos propósitos de Deus. A letra mata, o Espírito vivifica. Paulo usou a lei para matar Estevão e outros cristãos.

E o que dizer do Rei Davi e de seu filho, o Rei Salomão? Davi aparece na Bíblia como um moço trabalhador, inimigo do ócio. Mas bastou um dia de ócio, para que o diabo o derrubasse por terra e perturbasse a sua família pelo resto da vida. E de que serviu toda a sabedoria do Rei Salomão? Mesmo com tanto conhecimento, não soube governar a si próprio e tornou-se um idolatra ao agradar mulheres e concubinas.

Que paradoxo mais perturbador. Por que podemos ser derrubados pela tentação do diabo no atributo mais forte de nosso caráter? Posso responder a isso usando a palavra de Deus: É para que nenhuma carne possa se gloriar diante de Deus; e porque o diabo tem uma vasta experiência em derrubar os homens acumulada em milhares de anos.

Se conseguimos ficar de pé, é pela graça. Pela graça de Deus. Paulo sabia disso quando escreveu: " E [o Senhor] disse-me:" A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. "De boa vontade, pois, me gloriarei em minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, por amor de Cristo. Porque, quando eu sou fraco, então, sou forte" 2 Coríntios 12:9 -10. Ô glória!

E lá estava Jacó a caminho de Padã-Arã. Sozinho. Longe de casa. Dormindo no relento. Idade: 75 anos. Com a roupa do corpo e uma pedra por travesseiro. Jacó estava em crise. Sua consciência estava conturbada pelos acontecimentos recentes: mentira ao pai e furtara a bênção da primogenitura do irmão. Jacó se sentia sozinho e sozinho.

O que pode significar a visão daquela escada? A Bíblia não faz nenhuma menção aos sentimentos de Jacó diante da escada. Ele estava angustiado. No confronto com a solidão ele começou a orar. Para mim a visão da escada significava uma oportunidade. Oportunidade de recuperar e crescer na comunhão com Deus. A mão do Senhor estendida a um Jacó caído, deitado na poeira do chão. Ele que esperara pacientemente pela bênção de Deus por 76 anos, sem nenhum vacilo. O sonho o fez despertar. E despertado ele orou: Na verdade o Senhor está neste lugar, e eu não o sabia.

Jacó tomou a pedra que lhe serviu de travesseiro, e a colocou sobre uma coluna de pedras. Derramou azeite sobre ela; e chamou aquele lugar Betel - a Casa de Deus. E ali fez um voto: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem, e me der pão para comer, vestes para vestir e preparar o caminho de volta para a casa de meu pai, o Senhor será o meu Deus. De toda riqueza que me deres, certamente te darei o dízimo.

Jacó nunca mais tocou no assunto da escada, mas daquele dia em diante a presença do Senhor nunca mais o abandonou nem ele tornou a mentir para ninguém.

Esta mensagem é para você que está sozinho. Sozinho porque pecou. Falhou com Deus. Falhou com a família. Nesta crise de solidão você já se cansou de ir à frente de púlpitos para receber oração. Uma oração que mudasse, que apagasse o passado, as marcas vivas no seu coração. Ou quem sabe, faz anos que você passa bem longe de uma Igreja porque se decepcionou com homens. e mulheres. Sua crise de solidão, de vazio, pode ser diagnosticada como um sentimento de abandono. Mas Deus não o(a) abandonou. Seus sentimentos, sim, podem estar sendo manipulados, fermentados pelo adversário.

Aproveite também a mesma oportunidade de Jacó, filho de Isaque e neto de Abraão. Se você nunca falhou com Deus, não se desespere e fique atento. Você quer um conselho? Você quer ouvir uma palavra de Deus? Então escute isso: Os anjos subindo na escada que leva da terra ao céu estão ali para levar suas orações até o trono da graça de Deus. E os que estão descendo vêm com as respostas, com as vitórias que Cristo conquistou e serão entregues nas mãos daqueles que oram. A escada que vai da terra ao céu é Jesus Cristo, o caminho, a verdade e a vida.

Faça um concerto com Deus agora, confesse ao Senhor Jesus, nosso advogado, onde foi que você falhou. Não fique em casa depois disso. Se você já é um crente em Jesus, volte a frequentar os cultos da sua Igreja. Se ainda não aceitou Jesus, vá ainda esta semana a uma Igreja Evangélica e aceite Jesus como aquele que vai governar a sua vida. O Senhor da sua Vida. Assuma um compromisso de fidelidade com o Senhor.

E eu posso dizer para "você": ainda que não tenha nada, nem uma pedra para travesseiro, eu sei que o Senhor é fiel e aos poucos vai colocar "você" por cima. Em uma altura que você nunca sonhou. Ande na presença do Senhor e Ele vai cuidar de você, da mesma maneira que cuidou de Jacó.


Blog Olhar Cristão


Se você gostou deste blog, ore por mim.

cruzue@gmail.com


.

O diálogo entre adolescentes e seus pais

Photobucket

João Cruzué

Como pai, posso dizer algumas palavras para facilitar o diálogo entre “teens” x pais porque sei que a razão não está em um dos lados da questão. Minha filha e eu convivemos com as mesmas dificuldades. Na idade dela, meus defeitos são maiores que minhas virtudes – talvez nem virtude eu tenha e pelo meu olhar, também não é muito diferente. Com isso quero dizer que minha casa deve ser o espelho de milhares de outros lares onde há adolescentes incompreendidos filhos de pais rabugentos.

Se eu dissesse que sou um pai perfeito, compreensivo, paciente, o Prêmio Nobel da virtude cristã, estaria usando de grande hipocrisia. Mas é difícil expressar e aconselhar dentro da própria casa, ainda mais que o aprendizado de hoje (ou de sempre) é acumulado mais por tentativas pessoais que por audição de conselhos. Um fato é indiscutível eu amo minha filha e tenho certeza que ela também me ama.

Um pai do 3º milênio sabe que sem um poderoso foco na educação, o sustento, a independência, a situação econômica de um adolescente hoje – um adulto no dia de amanhã - pode estar em desvantagem em relação a outros adolescentes mais comprometidos com o estudo. Neste ponto, posso errar na ânsia de querer acertar. Explico: posso matar os sonhos de um adolescente com a dura realidade, e sonhar é um atributo importante, para o trabalhar de Deus. Sonhar de mais e estudar de menos é um extremo do assunto e estudar de mais e sonhar de menos, o outro extremo a ser evitado.

Como trabalhar neste diálogo? Bom, podemos emitir sinais para a melhoria do relacionamento. Uma barra de chocolate é uma boa atitude para mostrar uma abertura, e uma pergunta sobre carreira ou estudos o quanto basta para um pai “dissertar” por uma meia hora seguida! A importância do diálogo pode ser explicada de uma forma bem concreta. Quando você usa apenas um lado do fone de ouvido, a música fica desagradável. A música só fica perfeita quando os dois ouvidos trabalham em conjunto.

Existem pais que não gostam de filhos? Aqui está uma resposta que tenho meditado nela há um bom tempo. Nem os pais nem os filhos adolescentes se detestam em qualquer momento. Minha interpretação é que as atitudes de uns e de outros é que são detestadas. Como pai amo minha filha, como filha eu sei que ela me ama – mas nossas atitudes e idiossincrasias é que são os motivos de nossa intolerância.

Um adolescente com caráter firme é um bom sinal de liderança. Pior seria se fosse uma pessoa com um espírito não-voluntário, que para se mover precisa de ordens para qualquer coisa. Um pai rabugento (como eu) pode mudar da água para o vinho pela ousadia em conversar sobre determinado assunto. E voltar a conversar, e se não der certo, voltar outra vez. É assim que Deus recomenda: insistir sem confrontar.

O que é o confronto? É uma forma de matar o diálogo por uma posição radical e inamovível. A pessoa não se move um centímetro de sua posição não está exercitando positivamente para dialogar.. No que diz respeito ao pecado e racionalização temos mesmo que ser inflexíveis. Mas se a questão é de outra natureza, é vantajoso buscar o diálogo, porque enquanto a dificuldade está a nossa frente, ela pode ser comparada com um obstáculo, com um muro. Mas depois de vencida a dificuldade, o muro passa a nos proteger e se torna uma segurança nossa.

Vale a pena trabalhar pelo diálogo? Vale. Se você conseguir dialogar com seus pais com desenvoltura, também conseguirá dialogar com colegas na escola, no trabalho, em qualquer tempo de sua vida, em qualquer lugar e com qualquer pessoa. Nossa casa é o nosso melhor laboratório.


Leia também:

1. Carta para uma adolescente

2. O que desejam os adolescentes

3. Adolescentes - verdades sobre o sexo


.

quinta-feira, outubro 08, 2009

Como o Cristianismo chegou no Japão



Photobucket
Monte Fuji
João Cruzué

O cristianismo chegou ao Japão em meados do século XVI, levado pelos ventos que impulsionavam as caravelas pela rota das Índias. Foi uma iniciativa "prutuguesa" com certeza. Uma nau de comerciantes portugueses aportou na Ilha de Kyushu em 1542 levando consigo armas de fogo e padres jesuitas. Cem anos depois, o cristianismo estava praticamente banido pelo shogunato Tokugawa, mas voltaria com a força dos missionários do Ocidente durante a Revolução Meiji ,a partir de meados do século XIX. O shoguns se foram. E o cristianismo voltou.

O Shogum,
(sho = comandante, general, + gun= exército, tropas, militar) o senhor feudal japonês, deu as boas-vindas ao comércio exterior e aceitou os missionários católicos, fascinado apenas pelas armas. Diante das demonstração do fogo das armas municiadas à polvora, eles concluiram que o dai-shô (a katana e a wakizashi), o conjunto de espadas longa e curta dos samurais, precisava da companhia de uma arma de longo alcance.

Os jesuítas liderados por São Francisco Xavier chegaram a converter e batizar a muitos, incluindo tanto camponeses quanto pessoas da classe dominante, próximas do shogun. Xavier orientou seus companheiros para aprender o Kanji, e daí surgiu o "romanji" - um mistura de latin com a língua nativa para uso no catecismo e na celebração das missas. Duas missões foram construídas, sendo uma delas no ano de 1550 na capital imperial - Kyoto. Havia interesse indireto do shogunato em permitir a introdução de uma nova religião em seus domínios, pois planejavam com isso quebrar a força dos monges budistas e do shintô.

Por volta do
fim do século XVI, uma idéia sombria pairava sobre o sucesso da primeira missão, no Oeste do Japão. O shogunato passou a suspeitar de que os comerciantes e jesuitas eram na verdade infiltrados de táticas de conquista das potências ocidentais. A isso também foi levado em conta a forma grosseira com que alguns comerciantes tratavam os nativos. Já não eram mais vistos com bons olhos.

Por isso, em 1587,
o xogum Toyotomi Hideyoshi proclamou um edito expulsando os missionários cristãos da Ilha de Kyushu. Nenhum franciscano ou jesuíta poderia mais desembarcar ali, a partir de 1593. Mesmo assim os jesuítas continuaram ativos no país. Então Hideyoshi intensificou a perseguição. Em 1597 ele proclamou um novo edito de banimento e como aviso executou ao fio da espada 26 missionários franciscanos em Nagasaki.

Depois dele
outro xogum, Tokugawa Ieyasu, e seus descendentes continuaram a perseguir os camponeses cristãos nativos através de vários editos. Em 1637 houve uma revolta conhecida como a rebelião de Shimabara, onde 30.000 camponeses cristãos enfrentaram o exército de 100.000 guerreiros samurais do Castelo de Edo, da família Tokugawa. A rebelião foi esmagada com um alto custo para o exército do Shogum. No ano seguinte - 1638 - o cristianismo estava oficialmente extinto no Japão.

Em 1853, o Japão
saiu do isolamento e reabriu as portas para uma nova interação comercial com o Ocidente. Missionários de todas as religiões: católicos, protestantes e ortodoxos foram enviados para lá, apesar da proibição. Em 1871, depois da restauração Meiji, a liberdade religiosa foi introduzida definitivamente pela Constituição Meiji, dando as comunidades cristãs existentes os direitos de existência legal e da livre pregação do evangelho.

A restauração Meiji foi uma sucessão de fatos que levaram o Japão a deixar o obsoleto sistema feudal para se tornar uma potência mundial nas décadas a seguir. Um desses acontecimentos foi a quebra da tradição com a mudança empreendida pelo Imperador Meiji, de Kyoto, a capital imperial, para estabelecer sua residência oficial no Castelo de Edo - a sede do shogunato da poderosa família Tokugawa. O Castelo de Edo e seus arredores vieram a se transformar em Tokyo (Capital do Leste), a grande metrópole japonesa. Com a mudança do imperador e a reabertura dos portos para o comércio exterior a era dos samurais e do feudalismo no Japão chegou ao fim.

A liberdade religiosa não foi o bastante para fazer do cristianismo uma religião popular no Japão. Ele tem crescido a taxas minúsculas; os cristãos são apenas cerca de 1 a 1,5% de uma população de 127 milhões.

Os símbolos cristãos
têm sido mal compreendidos no Japão porque a forma de transmitir a mensagem do evangelho talvez não esteja adequada à compreensão nativa. A cultura japonesa tem olhos diferentes para pesar o valor das coisas. Para um japonês é incomum e até mesmo considerado de péssimo gosto, por exemplo, a construção de um templo em uma rua ou avenida movimentada, afirmam alguns analistas cristãos.

Por outro lado
há coisas que os atraem no cristianismo, como por exemplo, a celebração da Santa Ceia. eles entendem bem a mensagem de um memorial de Cristo cujo corpo é o pão que é partido por nós. Eles são simpáticos a oportunidade que existe no final da missa/culto, principalmente de celebração da eucaristia/ceia, para por em dia o relacionamento social, reportou um padre católico. Leia aqui: A História do Pentecoste no Japão

Fontes de pesquisa
: textos em inglês na WEB de autorias não conhecidas.



João Cruzué para o Blog Olhar Cristão


cruzue@gmail.com




.

terça-feira, outubro 06, 2009

Fotos da Igreja Evangélica do Nepal

.
Shah
A Igreja Evangélica do Nepal sabe orar fervorosamente
João Cruzué

Estas fotos foram enviadas pelo meu Irmão em Cristo, Madan Prince Shah, pastor auxiliar da Igreja Evangélica de Tikapur, uma cidadeno Oeste do Nepal. Ele é casado com a filha do pastor presidente do Campo, irmã Sophie; e eles são os pais do Yesurun.

Já faz mais de três anos que eu tenho recebi notícias do trabalho deles no Nepal. São Pessoas muito hospitaleiras. Há dois anos eu recebi um convite de casamento de Madan e irmã Sophie. Sempre que acontece alguma grande festa ou evento na Igreja, ele gentilmente nos envia algumas fotos.

Como essas que retrataram os três dias de retiro e a Conferência Sarad. Isto aconteceu nos dias do Dashain, um grande festival mundano Hindu, algo parecido com o carnaval do Brasil. Enquanto os não hindus festejavam, os irmãos da Igreja Evangélica de Tikapur, Oeste do Nepal,adoravam, oravam, aprendiam, batizavam e eram batizados.


Jesus salva e a Igreja do Nepal batiza os que aceitaram a Fé cristã


Momento de confraternização durante a Conferência Sarad


Missionária Gyani Shah compartilhando a Palavra de Deus
Presidenta do comitê da Igreja


E os irmãos cristãos do Nepal gostam mesmo de orar.

O retiro e a conferência foi uma grande bênção na vida de todos participantes. Foram três dias e três noites, juntos. Eles tiveram uma abençoada comunhão, encorajando e orando uns pelos outros. Houve muitas brincadeiras e boa comida. Também foi programado um batismo, em que 15 novos convertidos desceram às águas no último dia da Conferência. Um jovem chamado Jagat Bahadur, que antes havia tentado o suicídio, entregou sua vida para Jesus tempos atrás e também se batizou, para alegria da Igreja.

Nos próximos dias 17 a 19 de outubro, no Templo Sede da Igreja Evangélica em Tikapur, no Oeste do Nepal, vai realizar uma conferência de avivamento, onde são esperados mais de 350 jovens. Os responsáveis pela organização do evento são nossos irmãos o casal Madan e Sophie Shah. Eles rogam nossas orações porque há muita coisa para organizar até lá.

Sim! Nós podemos orar.



.