domingo, junho 28, 2009

Ruffles - publicidade ridícula da Elma Chips


Que propaganda de mau gosto!
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Batata Rufflex


A indústria do tabaco usou a imagem da mulher para vender cigarros.A indústria de bebidas ainda explora a imagem da mulher brasileira para vender cerveja. Mas não parou por aí.

A Elma Chips está veiculando na TV uma propaganda de batatas Ruffles muito ridícula.

Ao tentar erotizar seu produto, visando o público alvo masculino,
a Elma Chips conseguiu a proeza de ser machista e associar a imagem feminina a uma baTatA.



Respeito é bom e o consumidor agradece!





sexta-feira, junho 26, 2009

As cinzas da Igreja da Suécia


Nova lei marital e a sugestão da Igreja da Suécia


Assembleia Geral da Igreja da Suécia em Upsala
David Jonasson

Tradução de João Cruzué

O Conselho Central da Igreja da Suécia decidiu propor que a Assembléia da Igreja adote as novas regras de matrimônio de acordo com a nova Lei marital sancionada em primeiro de maio 2009. Esta lei dá a casais do mesmo sexo o mesmo direito ao matrimônio que outros.

O Conselho Central também sugeriu que o Estatuto da igreja deva ser modificado para permitir que "noivos" do mesmo sexo possam ser casados, com um modo alternativo de expressar os votos nupciais. Por exemplo, a expressão 'marido e mulher’ deve ser modificada para "cônjuges".

Na ordem do dia da Assembléia da Igreja fica enfatizado que: “o matrimônio, segundo a visão evangélica Luterana , é uma instituição social regulada por autoridades públicas. Da perspectiva da teologia da criação, o matrimônio tem o objetivo de garantir uma relação entre cônjuges para proporcionar um ambiente seguro para o crescimento das crianças”.

O arcebispo Anders Wejryd disse que o mandamento do amor é superior a outras mandamentos e proibições na Bíblia.

“Quando a Igreja da Suécia se posiciona na questão do matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, a pergunta mais relevante é: se isto prejudica ou ajuda as pessoas. A Igreja da Suécia quer apoiar relações fiéis”, escreveu Wejryd em uma nota à imprensa.

A Assembléia da Igreja votará a proposição neste Outono. Por enquanto parece que a maioria apoia a proposição, a única exceção vem do grupo Frimodig Kyrka.

Depois de serem notificados sobre a proposição do Conselho Central, eles responderam que o assunto é problemático por vários motivos. Ele vai de encontro às opiniões que alguns bispos já exprimiram publicamente, que isto pode prejudicar relações ecumênicas tanto dentro como fora do país, pois os argumentos teológicos de uma modificação nos Estatutos Eclesiásticos são por demais débeis e não completamente discutidos.

“Eles estão prontos para se aprofundarem além dos rachas e feridas da já combalida unidade dentro da Igreja da Suécia. Com a obrigação de realizar o matrimônio de acordo com a nova lei marital a igreja será lágrima e trapos além disso a questão é se isto irá mantê-la unida em absoluto”, Erik Johansson, sacerdote e membro de Frimodig Kyrka, escreve em resposta.

A Igreja da Suécia é a maior igreja do país. Até 2.000 ela manteve a posição de uma igreja estatal. Ela adotou naquele período uma estrutura administrativa basicamente nos moldes do estado. Seu sistema eleitoral é o mesmo usado nas eleições parlamentares ou municipais.


Fonte: Stockholm News


Comentário: traduzi este artigo para informação das lideranças evangélicas brasileiras. Caso aconteça mesmo a aprovação da Lei da homoafetividade, uma série de outras proposições de alterações constitucionais virão rapidamente em seu rastro. Moral da história: muito cuidado na hora de votar nas próximas eleições. O seu voto pode ajudar a criar uma cobra que não vai ter nenhum compromisso com as crenças da Igreja. Por isso, o voto evangélico deve ser melhor trabalhado, debatido, principalmente nas Revistas de Escola Dominical. Não sei quem alienou o povo evangélico da política, mas se não tivermos organização consciência nestes institutos, ainda podemos prensenciar pastores realizando casamentos entre pessoas do mesmo sexo dentro de seus tempos. Na marra, sob ordem de juiz, que exigirão o cumprimento da lei prejudicada.

Isto significa que de agora em diante, em questões de representatividade, não podemos mais errar, pois o outro lado atua com muita organização - além de ser financiado tanto com recursos públicos (nossos impostos) quanto através aportes financeiros do exterior.

Quando um pastor evangélico vai à Brasília entregar um manifesto, ele é atacado pela mídia e é rotulado de o "atraso" da sociedade. Conversa. Isto sim, é que é discriminação contra nossa forma de pensar. Em uma democracia, temos garantias por direito de nos manifestar pacificamente, com ordem.


É claro que devemos ter todo o cuidado para evitar a polêmica, mas que fique bem claro nossa posição. Eu respeito a posição de muitos blogueiros que espiritualizam muito as coisas. Eles sempre batem na mesma tecla: que o mundo jaz no maligno, que é assim mesmo, que vai piorar etc. Eu penso diferente: o mundo está mesmo apodrecendo, mas Jesus Cristo já definiu muito bem a função da Igreja no mundo: sal e luz. O sal serve para combater a putrefação e a luz para iluminar a mente das pessoas que estão nas trevas. É claro que estou falando de coisas espirituais. Nossas armas são uma conscientização da realidade e o uso da Palavra de Deus. Nós não lidamos com o ódio. Defendemos democraticamente nossa liberdade de opinião.

Moral da história: Cristo não comissionou sua Igreja para ficar omissa esperando que a podridão e as trevas tomem conta de tudo.
Quem duvida disso que veja como agem as autoridades de Israel. Eles oram e lutam.

João Cruzué



A Igreja Angolana entre o passado e o amanha




Por Jerónimo Cahinga - Télogo Católico

Durante mais de 25 anos a Igreja em Angola sofreu vários reveses.

Entre 1975 e 1980 foi espoliada da maior parte dos seus bens pelas novas autoridades políticas. Orientadas pelo marxismo científico e ateu, elas empenharam-se numa profunda campanha de ‘marxização’ das populações. A Igreja foi desdenhada, hostilizada, denegrida e a sua autoridade moral questionada, senão mesmo negada. As suas instituições de ensino foram-lhes retiradas, foi restringido o seu direito de educação dos adolescentes e jovens, reduzida e vigiada a sua tarefa de evangelização do povo.

O resultado foi a ausência da maior parte da juventude e da classe média, nas igrejas, e um acanhamento de muitos cristãos em frequentar os actos litúrgicos e as sessões de formação cristã. Muitos cristãos e cristãs, porém, revelaram-se. No meio das perseguições e humilhações foram mártires, no sentido original do termo, isto é, testemunhas intrépidas da sua fé e muitos (mormente catequistas) deram a própria vida por Cristo. Nessa altura, a linguagem dos Bispos católicos era una e firme na reposição da verdade e na defesa dos valores morais e dos direitos humanos, frente a uma ideologia que os distorcia e a uma guerra que os ignorava.

Este ambiente durou até 1992. Daí em diante, os discursos dos governantes em relação à Igreja começaram a ser mais conciliadores. Muitas das estruturas físicas da Igreja (como escolas, colégios, seminários) foram devolvidas e a sua reabilitação custeada pelo Governo. Começou a notar-se uma aproximação entre as autoridades eclesiásticas e governativas.

Com o fim da guerra em 2002, verificou-se um «boom» de afluência às igrejas, cuja motivação teológica não é muito clara. A presença do sincretismo religioso ainda é patente na vida de muitos cristãos. A proliferação de seitas e os novos movimentos religiosos parecem jogar um papel fundamental na filiação dos crentes apostados numa prática religiosa mais emotiva e sentimentalista que teológica. Por isso, vê-se a multiplicação de movimentos religiosos, de associações cristãs, de peregrinações aos santuários de todo o tipo, alguns criados «ad hoc» e encorajados pelos bispos das respectivas dioceses.

Paradoxalmente, as vocações religiosas e sacerdotais estão a regredir de forma preocupante. A procura do bem-estar, da tranquilidade económica (facilitada pela abundância de empresas públicas e privadas), a infiltração envolvente do relativismo ideológico, do materialismo consumista e do laxismo moral, exerce uma influência cada vez mais irresistível da parte dos jovens (eles e elas).

Angola já passou por mil vicissitudes no que diz respeito à prática da religião, tais como a instrumentalização política da religião pelo Estado colonial, a reacção do comunismo ateu, durante a revolução e a guerra civil, e agora assistimos a uma certa crise ético-moral e religiosa na vida de muitos angolanos. Actualmente, muita gente parece “tranquilizar-se” com a simples pertença sociológica à Igreja, desde que não se lhe toque nas questões fundamentais do ser cristão.

Por outra parte, parece que com a aproximação entre a Igreja e o Estado, o discurso profético que caracterizou a hierarquia católica, durante o tempo do comunismo e da guerra, tornou-se, agora, pacífico, mesmo diante de gritantes injustiças sociais. A Igreja angolana corre o risco de viver uma «paz constantiniana» do séc. IV. Passado o tempo da perseguição e martírio, a Igreja de Roma, apanhada de surpresa, procurou encontrar no âmbito do Império romano um espaço de acomodação. Ela viu-se na necessidade de recorrer às estruturas estatais para se organizar. O Estado, por sua vez, tinha todo o interesse de se apoiar na Igreja, não tanto porque se tinha convertido, mas sobretudo para se estabilizar. Por isso, estreitou as suas relações com a Igreja, favoreceu-a e concedeu-lhe privilégios, mas passou também a dominá-la como Igreja católica imperial…E depois, quando o Império entrou em estado progressivo de desintegração, os seus efeitos também atingiram a Igreja profundamente.

Em Angola, depois da instrumentalização da religião no tempo colonial, depois da perseguição e martírio durante a guerra civil, surge agora uma paz semelhante à constantiniana. O receio é de vermos uma Igreja angolana com sinais obnubilados de subserviência. O que pode acontecer é que a Igreja angolana confie demasiadamente num Estado secularizado e não realmente convertido (como o fez a Igreja primitiva), e venha a sofrer a mesma crise como outrora.





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Igreja Batista - 130 anos de missões em Angola





A Igreja Evangélica Baptista em Angola (IEBA), celebrou, em 28 de Setembro 2008 , em Mbanza Kongo, província do Zaire, os 130 anos de sua existência em Angola, com um culto de acção de graças. A data assinala a chegada dos primeiros protestantes britânicos na primeira estação missionária de Mbanza-Kongo (ex-São Salvador do Kongo), província do Zaire.

O culto de acção de graças juntou para além de centenas de fiéis oriundos de distintas regiões eclesiásticas do país e da diáspora, representantes de partidos políticos, autoridades tradicionais e governantes, com destaque para o governador provincial, Pedro Sebastião.

Assistiram ainda ao acto, a directora nacional para os assuntos religiosos, Fátima Viegas, em representação do ministro da cultura, Boaventura Cardoso e o secretário-geral do Conselho das Igrejas Cristãs em Angola (CICA), reverendo Luís Nguimbi.

O acto foi animado por 30 grupos corais oriundos das distintas regiões eclesiásticas do país e da República Democrática do Congo.

No culto, o reverendo da Igreja Evangélica Baptista, João Matuwawana, exortou os fiéis da congregação a transformar o 28 de Setembro numa data de reflexão, a julgar pelo papel que os primeiros missionários britânicos desempenharam na evangelização do povo angolano desde o longínquo ano de 1878.


“Um dos desafios que também teremos daqui em diante, será o de expandir o nosso evangelho por todo o país, uma vez a IEBA estar implantada em 12 das 18 províncias de Angola, e na diáspora.

No domínio social, o religioso reafirmou o engajamento da congregação, como parceiro do Governo em continuar a edificar infra-estruturas sociais nos sectores da educação e saúde em prol das populações.


FONTE: ANGOP



Notícias da Igreja Presbiteriana em Moçambique



Por Fernando Chongo

De 12 a 15 de Julho 2008, centenas de crentes da Igreja Presbiteriana de Moçambique (IPM) afluíram à Paróquia de Mazengane, a partir de diversos cantos de Moçambique. Como é de praxe, a segunda semana deste mês é reservada ao Sínodo ordinário, ao qual participam aproximadamente 500 delegados para juntos pensarem sobre a sociedade numa perspectiva religiosa. Desta vez, foram realizados debates fervorosos, cujo pano de fundo era encontrar a maneira de levar a Igreja a conseguir responder aos seus desafios, tendo em conta o contexto em que o país se encontra, particularmente na globalização.

Dr. Bento Sitoe, Dra. Ana Coana, Dr. Felikisi Mukaxe, Dr. Arlindo Chongo e muitos outros bastante humildes, inspiraram a juventude pelas suas contribuições. O revendo- maestro Valente Tseco abrilhantou o evento com a sua sinfonia. “Deus pela tua graça transforme o mundo” foi o tema da prece de pedido de inspiração. Reverendo Tsawane, presidente do Sínodo da África do Sul, foi um dos convidados para o evento. No dia do encerramento, tivemos a honra de passar o culto com sua Excia o governador da província de Gaza, Djalma Lourenço, que pregou, após ter sido ordenado pastor pelo reverendo Jonas Ngomane, presidente do Sínodo. Djalma Lourenço mostrou naquele dia que não somente os religiosos devem estar a par de assuntos políticos, mas os políticos também deviam ser religiosos. O chefe falou do Rei Salomão para mostrar que a Bíblia constitui uma das fontes de sabedoria.

O que me leva a escrevinhar esta carta é mais do que querer narrar os grandes acontecimentos do Sínodo de 2007. Tal como todos os participantes, anseio que todas as intenções sejam transformadas em acções, como diria o Reverendo Matsolo, meu professor de Evangelismo no Seminário Unido de Ricatla. Se queremos que a IPM seja una e indivisível, pratiquemos seriamente a união e a indivisibilidade. Se queremos ter recursos humanos qualificados, planifiquemos e incentivemos continuamente a formação. Em qualquer que seja o grupo, há sempre conflitos. Ora, se nós queremos que os nossos sejam construtivos, transformemo-los em conflitos construtivos. Com estas práticas estaremos servindo praticamente a Igreja e não só. A sociedade em geral beneficiar-se-á com as belas acções desta instituição, a qual tanto fez como contributo para a independência nacional, bem como para o Acordo Geral de Paz.

O Departamento de Projectos devia ser extensivo a todas as paróquias, tal como acontece com o das Finanças. Isso permitiria melhor planificação, execução e controlo da produtividade dos projectos locais. A Igreja não pode pensar em desenvolver através do dízimo, o qual provém de uma maioria de crentes absolutamente pobres. Tal desenvolvimento seria opressor. Ao passo que projectos de rendimento contariam com a concessão de emprego e a consequente contribuição na luta contra a pobreza absoluta. Por este motivo, este deve ser o fulcro da acção social da Igreja Presbiteriana de Moçambique paralelamente ao Departamento de Evangelização.

Para terminar, tenho a dizer que a minha carta, no lugar de trazer desavenças, seja bem interpretada para que contribua para a esperada IPM unida, espiritual e economicamente forte, a partir das paróquias até à administração central e vice-versa.

Quem somos nós? Pecadores. Partamos deste princípio para descobrirmos quão gracioso Deus é. Assim, também compreenderemos que agir bem para a manutenção da difusão da Palavra de Deus é precisamente ser o fruto da Graça Divina. Queridos irmãos em Cristo, transformemos as boas intenções deliberadas no Sínodo em boas acções. O grande desafio a todos, leigos e pastores, é que cada um lute consigo mesmo e liberte-se de modo a conseguir perdoar. Transformar a Igreja e transformar grandes inimigos em grandes amigos e gerir tal amizade. Perdoar mesmo sem ter sido pedido perdão e largar a pobreza e abraçar a riqueza, e abandonar o mal e seguir o bem; é dar uma nova forma a Igreja. Pela graça de Deus façamos milagres... transformemos a Igreja. Um grande abraço a todos ... Que Deus nos encha de alegria, de paz, de esperança e de Espírito Santo, tudo isso demonstrado pela coragem e prazer de perdoar ao próximo, mesmo sem este próximo ter pedido perdão. Avante irmãos na transformação da nossa Igreja...

Fonte: Jornal de Notícias


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