quarta-feira, junho 24, 2015

Jesus e o milagre da ressurreição de Lázaro

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PARA DEUS, NÃO HÁ NADA IMPOSSÍVEL


Autor: João Cruzué
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"Tendo Maria sabido que Jesus já tinha chegado, foi até ele e lançou-se a seus pés, dizendo: SENHOR, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido. E Jesus quando a viu chorar, e com ela chorando também muitos judeus, emocionou-se e moveu-se muito em espírito." João 11.

Lázaro já estava morto há quatro dias. Jesus, o Senhor dos milagres chegara atrasado - pelo menos era assim que pensava a família do morto.

Mas para aqueles que esperam e dependem do SENHOR, ele nunca vai chegar atrasado.

Seu filho caiu no laço das drogas? Fique aos pés de Jesus.

Suas dívidas estão tão grandes e tem feito você pensar em suicídio? Procure uma Igreja Evangélica (Assembleia de Deus, Batista, Presbiteriana, Metodista, Igreja da Graça, etc) e aceite Jesus como SENHOR da sua vida, e aprenda orar para buscar a porta de escape.

Seu casamento está indo pelo ralo? Resista e Ooe. Jesus também ressuscita defuntos.

Há uma doença gravíssima destruindo a saúde de um querido seu? Busca a presença do SENHOR em oração. Quem sabe falta só a sua oração para trazer saúde ao doente?

Jesus orou e mandou Lázaro vir para fora, porque a família de Lázaro buscou no passado a amizade com o Mestre. Quando ia para Jerusalém, Jesus sempre pousava na casa dos três irmãos: Marta, Maria e Lázaro.

Quando a morte entrou naquela casa, as duas irmãs foram buscar uma resposta do Senhor: Por que chegou atrasado?

E o Senhor disse: Se creres, verás a glória de Deus. E em seguida mandou tirar a pedra do sepulcro. O morto não podia fazer nada, mas Jesus e os vizinhos fizeram cada um a sua parte.

E o Senhor também vai entrar com providência para sua causa, se você buscar a presença e a amizade dele nos dias de alegria, para encontrar seu socorro nos dias de dificuldade.

Aceite Jesus como Senhor da sua vida e salvador da sua alma, se ainda não é crente.

Confie nele, ore e continue batendo, sem desanimar, mesmo que a decisão desfavorável já esteja defunta há quatro dias, um ano ou 40 anos.

Quando o SENHOR decide dar uma resposta de oração, não importa a situação. Ele é Deus e SENHOR e até a morte, o maior dos inimigos, lhe obedece.



Aqui:Primeiros Ensinos Cristãos




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terça-feira, junho 23, 2015

Pastor Vanelli: Conversa franca sobre o namoro cristão

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Namoro, noivado e casamento
Autor: Pastor Armando Vanelli

Como pastor, durante 35 anos nunca disse que o namoro é algo bom, antes, um mal necessário. Até porque não se pode pensar num relacionamento entre dois adolescentes ou jovens sem que haja um cortejar ou galantear, e a partir destes atos é que nasce uma inspiração amorosa. Seria muito bom que os jovens fizessem  seus planos de relacionamento se utilizando  dos princípios da Palavra de Deus, para o passo único e mais acertado da vida a dois - o casamento.

Nos meus muitos anos de pastoreado, percebi que a maioria que conduziu o relacionamento pelas suas vontades pessoais, experimentaram marcas e traumas, a exemplo de uma jovem que me ligou em desespero. Penso que posso sugerir algumas recomendações para um namoro em linha com os padrões divinos.

A primeira conscientização a ser tomada é que um namoro nunca deve ser em caráter experimental. Ao perceber que é tempo e hora de iniciar um relacionamento, é preciso ter convicção de que namoro é algo sério e, portanto, precisa ser iniciado com uma pessoa que também seja séria. Daí,  já se subentende existir duas coisas que não se combinam: “namoro e brincadeira”. 

Despertados pelas descobertas de transformação do corpo, e seduzidos por tão apelativos chamados da mídia, o adolescente que mal largou os brinquedos e brincadeiras, pensam que o que vem pela frente agora - carícias, afagos sensuais, beijos prolongados, tudo isto seja o tão esperado namoro. Esta aproximação tão precoce acaba desembocando em experiências com marcas psicológicas que afetarão a personalidade por toda uma vida, das quais podemos citar a perda da virgindade e a gravidez indesejada. Resta a cada interessado no namoro, buscar em oração que o início de um relacionamento seja apenas o primeiro passo de um caminho que vá culminar em um feliz e perene casamento.

A partir de descoberto o amadurecimento, para o início do relacionamento, com a devida permissão dos pais, este precisa obedecer a regras e limites. 

É hora de romper com os padrões ditados pelas aberrações da mídia que prega o "ficar" como algo bom, porque não implica comprometimento dos envolvidos. A divulgação de estimulação ao sexo está desenfreada, ontem mesmo, no meu celular, recebi uma "proposta" de despertamento de maiores prazeres nas relações através de um livro divulgado, e ainda com pagamento de taxa de 0,31 centavos mais impostos.

Que absurdo! Uma publicidade destas nas mãos de um jovem casal em namoro, sem regras e disciplinas. Esta banalização daquilo que é santo, que foi instituído por Deus, visa denegrir os conceitos primordiais da família e com isto acabam por passar informações distorcidas, como a mais clássica usada hoje: "ser virgem é coisa antiquada". 

O namoro para ser correto, precisa ter cores cristãs, marcas e padrões de Deus.  Se o namoro tiver o timbre cristão, isto é, normas e princípios ditados por Deus, e estes estão por toda a Bíblia, o casal terá mais facilidade de aprender a dizer não ao impulso sexual. E hoje é preciso mesmo ter normas já que a depravação tomou conta dos meios de comunicação.  

Em linhas gerais, cristãos não comprometidos totalmente com a Palavra já não importam se seus filhos praticam o sexo antes do casamento. Há um corrente de pensamento livre (ou libertino) que promulgam que a ideia que compromissados para casar já podem praticar o sexo, mesmo antes de assumirem o consórcio nupcial. Deus, no entanto, em Sua palavra nunca abriu esta concessão. 

A Palavra nos ensina que o sexo foi instituído por Deus como benção a ser desfrutado entre um homem e uma mulher que se amam e que assumem um compromisso permanente. Em suma, o sexo é benção dentro do casamento, fora dele é impureza.  

Se num relacionamento este princípio for levado como fator primário, a dignidade e o respeito pela pessoa amada passam  para um plano de grande fundamento no compromisso: respeito e dignidade. O que quer dizer isto? Um não pode intencionar igualdade de procedimentos ou gostos semelhantes. Quando há falta de respeito fica patenteada a ausência do amor real.

Respeito e dignidade formam pontes para a fidelidade. Se no namoro a fidelidade é algo pratico, este procedimento será bem patente no casamento. Apelidos como “galinhão” ou “vassourinha” são dados a quem tem mais de uma parceira ou parceiro no namoro, no entanto isto é o padrão carnal, logo, é de suma importância fazer prevalecer a vontade de Deus. A quem se ama, fidelidade à toda prova.

E por fim, deixei a parte mais difícil  justamente para fechamento da postagem. Em  início de um relacionamento procure alguém que tema a Deus. Se não houver a mesma crença, que não acredite em Jesus como único e suficiente salvador, tem algo errado. A esta situação a Bíblia dá o nome de “jugo desigual”. Isto está narrado em II Coríntios 6:14-18. Vi também nestes anos de ministério gente que foi “legal”, “bacana” e de “acordo com tudo” no namoro, mas depois do casamento, deixou a igreja, não permitiu mais a esposa de ir à igreja, e o pior, vem gerando confusão na cabeça dos filhos no tocante a fé.

É preciso que a pessoa a ser escolhida para uma vida a dois tenha profunda confissão da fé para que ambos não olhem mais um ao outro, mas o alvo dos olhares agora seja voltado para Jesus. (Hebreus 12.2).

Isto me faz lembrar uma história engraçada contada pelo Reverendo Dario Sallas, professor de Retórica Sagrada na Faculdade de Teologia do Chile. Certa vez entrou no gabinete do Pr. Dario uma jovenzinha dizendo: “Pastor, eu gosto de mais da igreja, estou aqui desde o começo, mas ainda não consegui arrumar alguém para me casar dentro da igreja, e recentemente conheci um moço muito lindo, com lindo narizinho, olhos azuis, corpo atlético e quero lhe confessar que não estou buscando apenas o espiritual, preciso de algo para os olhos”. O pastor perguntou: Tereza, ele tem Jesus Cristo? Não pastor, não tem não. Então ele não tem nada, Tereza! Mas pastor, ele tem carro, casa e é lindo, já lhe disse, estou em busca de algo para os olhos. 

Mesmo com a discordância do pastor, Tereza começou a namorar o jovem, e não muito depois veio a casar se com ele. Alguns meses depois, numa sessão de aconselhamento apareceu Tereza com os olhos todo roxo e dizendo: “pastor, veja o que fez  meu marido...”, e o pastor sem demora arrematou: “olha Tereza, você queria tanto algo para os olhos, e agora já tem!”

Não busque nada para os olhos, busque quem tenha os mesmos princípios de crença e fé, não se prenda a “um jugo desigual”, porque namoro não é brincadeira, é o primeiro passo para uma “união eterna”.






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