sábado, fevereiro 23, 2008

A conversão de Joshua Milton Blahyi

Pastor Joshua Milton Blahyi

Jornal de Angola

O ex-rebelde liberiano Milton Blahyi, comandante durante a guer­ra civil na Libéria, admitiu ter participado de sacrifícios humanos como parte das ceriônias tradicionais para garantir a vitória nas bata­lhas. Blahyi, que hoje é um Pastor Evangelista, afirmou que comer corações de crianças era um dos rituais. "Os sacrifícios incluíam a morte de crianças inocentes, para arrancar seus corações, que eram divididos em pedaços para comermos", disse.

Vários sacrifícios humanos aconteceram durante os conflitos entre 1979 e 1993, mas esta é a primeira vez que alguém admite a prática em público. Em entrevista à BBC, depois de confessar à Comissão para Verdade e Libertação da Libéria que o seu grupo foi responsável pela morte de 20 mil pessoas, Blahyi disse esperar que a confissão ajude a curar as feridas do seu país.

"Eu andava à procura de uma oportunidade para contar a verdadeira história da minha vida e todas as vezes que eu a conto, sinto-me aliviado", afirmou.

Blahyi disse que foi exposto numa batalha pela primeira vez em 1982, aos 11 anos, quando foi decretado pastor tradicional da tribo". Conta que, quando teve início a rebelião contra o Presidente Samuel Doe, ele teve que ir à guerra como aliado do Presidente, pois era do mesmo grupo étnico, o Krahn. Milton Blahyi, que era conhecido como "General Rabo de Fora", pois ele ia para o combate nu, lutou contra a milícia de Charles Taylor, que está sendo julgado por crimes de guerra. [Ele lutava nu, pois acreditava que assim tinha o corpo fechado].

"A tradição fez-me acreditar que, como pastor da tribo, ao me tornar guerreiro, tinha que fazer sacrifícios antes de ir para a batalha", afirmou Blayhi. Ele parou de combater em 1996, depois que, segundo ele, "Deus me apareceu quando eu estava nu, numa batalha, e disse que eu estava a fazer o trabalho de Satanás".

Vergonha

Blahyi prefere ser chamado de , "Joshua" e é visto, com frequência, a orar nas esquinas e Igrejas da capital, Monróvia. "Eu oro contra o assassinato e os sacrifícios humanos", conta ele. "Algumas pessoas parabenizam- -me, outras dizem que eu não deveria andar pelas ruas de Monróvia a posar orgulhoso. Mas eu continuo a dizer que não estou orgulhoso, mas envergonhado", disse.

Ele afirmou ainda que está preparado para qualquer decisão da Comissão da Verdade. "Eu posso ser electrocutado, enforcado, mas acredito que o perdão e a reconciliação sejam os melhores caminhos a seguir." Blahyi também fez um apelo a outros ex-combatentes para confessarem seus crimes, pois "onde quer que você vá, há um estigma sobre ti".

http://www.jornaldeangola.com/

Comentário: O pastor Joshua Milton Blahyi converteu-se em um campo de refugiados em Gana. Ali ele fez a confissão de seus pecados e teve sua alma salva. É casado com a Pastora Josie e têm três filhos: Michaela, Joshua Jr e Janice. Atualmente ele dirige o "Ministério Evangelístico Trem daÚltima Hora", sediado na Libéria. Sobre bruxos e demônios exigindo sacrifícios humanos, basta ver a quantidade de crianças em torno de 12 anos que estão desaparecidas no Estado do Paraná. João Cruzué.


cruzue@gmail.com

.

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Graças a Deus achei um pecador




O grande evangelista norte-americano Dwight Lyman Moody foi um dia visitar a penitenciária de TOMBS na América.

O homem de Deus aproximou-se da primeira cela e lá estava um homem. O evangelista perguntou-lhe: “Meu amigo, por que você está aqui?” e a resposta foi: “Sou inocente, não cometi crime algum. Fui envolvido em um processo e agora estou preso
injustamente”. Moody olhou bem para aquele homem e disse-lhe: “Até logo...”

Foi à outra cela. Outro prisioneiro. “Amigo, por que você está aqui?”. “Injustamente; sou inocente”, foi a resposta. Moody foi a terceira cela. E veio novo diálogo: “Amigo, por que você está aqui?” “Sou inocente, nada fiz, injustiça das autoridades, não tenho culpa”.

Moody despediu-se do homem e foi à quarta cela, e lá também estava um “inocente”; foi à quinta e sexta e sétima, e até cinqüenta, e todos eram “justos” e “inocentes”. Moody já estava desanimado, preparando-se para deixar o presídio quando se dirigiu a mais uma cela, onde estava encerrado um homem desesperado e aflito.

O pregador perguntou-lhe: “Amigo, por que você está aqui?”. “Ah, meu senhor, eu sou um assassino, um vil pecador. Matei meu vizinho numa hora de raiva, e agora minhas mãos estão manchadas de sangue, e só mereço o inferno”.

Moody exclamou: “Graças a Deus! Achei um pecador.” A cela foi aberta e Moody entrou e ficou com o detento; abrindo-lhe a Bíblia e mostrando-lhe que Jesus veio exatamente para salvar os pecadores, portanto para aquele criminoso. O detento de Tombs naquele mesmo dia aceitou Cristo como seu Salvador e foi liberto do terrível pecado que tanto o torturava.

Pense nisso!