sábado, janeiro 26, 2008

Kennedy e Martin Luther King


A Lei Americana dos Direitos Civis

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Pastor Martin Luther King, Lyndon Johnson e o Presidente John F. Kennedy

Tradução: João Cruzué

"Durante a campanha de eleição presidencial, John Fritzgerald Kennedy argüiu em favor da Lei dos Direitos Civis. Depois do pleito, descobriu-se que 70% dos votos da população negra americana foram para Kennedy. Entretanto, durante seus primeiros dois anos de presidência, Kennedy falhou em levar adiante sua promessa de mudar a lei.

Em 1963, o projeto dos Direitos Civis de Kennedy foi levado ao Congresso Americano. Em seu discurso pela televisão em 11 de junho, Kennedy pontuou que: “O bebê negro, nascido na América hoje, dependendo do região de onde ele veio, tem cerca de 50% a menos de chances de completar o colegial, comparado com o bebê branco, nascido no mesmo lugar e no mesmo dia. Tem só 25% chances de terminar a faculdade; apenas 25% de chances de se profissionalizar; duas vezes a mais de chances de se tornar desempregado; cerca de 14,2% de chances de ganhar apenas 10 mil dólares por ano; tem uma expectativa de vida menor em sete anos; e uma perspectiva de ganhar apenas a metade de $, em toda sua vida, quando muito.

Na tentativa de persuadir o Congresso Americano a aprovar o Projeto da Lei Kennedy, o Congresso para a Igualdade Racial (CORE) e a Conferência Sulista de Liderança Cristã ( SCLC) organizaram a famosa Marcha para Washington. Em 28 de agosto de 1963, mais de 250 mil pessoas marcharam pacificamente para o Lincoln Memorial para exigir justiça igual debaixo da lei para todos os cidadãos. Ao final da marcha, Martin Luther King fez seu famoso discurso “Eu Tenho um Sonho.”

A Carta dos Direitos Civis ainda estava sendo debatida pelo Congresso, quando John F Kennedy foi assassinado, em novembro de 1963. O Novo presidente, Lyndon Baines Johnson, que tinha um pobre histórico em questões de direitos civis, assumiu a causa. Usando sua considerável influencia no Congresso, Johnson conseguiu que a Lei dos Direitos Civis fosse aprovada.

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O Presidente Johnson assina a Lei dos Direitos Civis na presença do
Pastor Martin Luther King, em 02 de julho de 1964.


Em 1964 a Lei dos Direitos Civis fez da discriminação em lugares públicos, tais como teatros, restaurantes e hotéis, um ato ilegal. Também foi exigido dos empregadores que providenciassem oportunidades iguais de emprego. Projetos que envolviam verbas federais agora poderiam ser cortados se houvesse evidência de discriminação baseada em cor, raça ou nacionalidade".

Excerto de
http://www.spartacus.schoolnet.co.uk/USAsitin.htm

Tradução de João Cruzué
cruzue@gmail.com


Um comentário:

Fábio Veiga disse...

É muito importante nós cristãos protestantes, ter conhecimento dessa história marcante que foi a do Pr. Martin Luther King.

Meus cumprimento ao J. Crusué.